Novo formato do “Vídeo Show” não breca queda de audiência do programa

Quem assiste diariamente ao “Vídeo Show” percebe que o programa, que já foi uma referência na grade da Globo, passa por uma nova fase de ajustes. A ideia é dar à atração um ar mais moderno e popular, com pautas que mostrem o cotidiano dos artistas, respeitando ao máximo a privacidade das estrelas da emissora, e os bastidores das novelas. Nesta segunda-feira, estreou um novo cenário, cheio de telas de LED, com bancada de acrílico e imagens num telão. Tudo moderno, bonito. Quem assistiu atentamente ao programas nos últimos dias também já percebeu que Ana Furtado é a apresentadora com maior destaque e, não muito distante, será a única no comando da atração, restando aos demais da equipe o revezamento nas reportagens. Todas estas mudanças foram iniciadas quando o “Vídeo Show” passou para o núcleo de Boninho. Na época cogitou-se a possibilidade do programa ser ao vivo para recuperar a audiência que vinha caindo nos últimos anos. O esquema durou pouco tempo e a equipe descobriu que não havia muita diferença no resultado final de um programa ao vivo ou gravado. O fato é que o tempo provou que o novo esquema não recuperou os índices, muito pelo contrário. Em 2010, o “Vídeo Show” registrou em São Paulo 11,7 de média anual (31,1% de share), contra 13.1 (34,8%) de 2009, uma queda de 1.3. Em 2001, no início da década e com formato tradicional, o programa registrou 14,5, o equivalente a 35,8% do público do horário.

Veja o evolutivo da década do “Vídeo Show”.

Jovem Pan

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